segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Palavras úteis a sua semana

TEXTO, ATRIBUÍDO A MADRE TEREZA DE CALCUTÁ;
“O dia belo? Hoje.
A coisa mais fácil? Errar.
O maior obstáculo? O medo.
O maior erro? O abandono.
Á raiz de todos os males? O egoísmo.
A distração mais bela? O trabalho.
A pior derrota? O desânimo.
Os melhores professores. As crianças.
A primeira necessidade? Comunicar-se.
O que mais lhe faz feliz? Ser útil aos demais.
O maior mistério? A morte.
Pior defeito? O mau humor.
A pessoa mais perigosa ? A mentirosa.
O sentimento mais ruim? O rancor.
O presente mais belo? O perdão.
O mais imprescindível? O lar.
A rota mais rápida? O caminho certo.
A sensação mais agradável? A paz interior.
A proteção efetiva? O sorriso.
O melhor remédio? O otimismo.
A maior satisfação? O dever cumprido.
A força mais potente do mundo? A fé.
As mais necessárias? Os pais.
A mais bela de todas as coisas? O amor.”
BOA SEMANA .
Fraternal abraço;
Narciso

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Importancia da Auto-Confiança

A auto-confiança é o núcleo atômico da auto-percepção que possui o poder de nutrir um indivíduo com abundante e suficiente energia para que ele se esforce no alcance de seus objetivos espituais e materiais. Ela também é uma força inerente aos indivíduos que os impulsiona à utilizarem suas vidas para cumprirem com seus papéis evolutivos. Quando um indivíduo observa os atos instintivos, curiosos e ternos de uma criança, é fácil verificar a natural manifestação de sua confiança, tanto com relação ao seu próprio desejo de superação como ao relacionado à total confiança nos pais, isto é, traduzindo para o vetor intrínsico humano, a criança possui uma indelével e inata sensação de plenitude e plenipotência que a faz realizar as mais fantásticas aventuras e artimanhas. Assim sendo, é de imperiosa necessidade que, tanto os pais como as pessoas que relacionam-se com o processo educativo das novas gerações, estimulem e nutram a semente da auto-confiança que está latente em suas essências, pois ao realizarem tão magnânima tarefa, a possibilidade de brindarem o mundo com um indivíduo mais sólido, mais exitoso e menos conflitivo é geometricamente maior. Mas a pergunta ainda permanece, porque é importante proteger e alimentar a dádiva da auto-confiança? Em primeiro plano, quando vista sob o esquema da manifestação, a fragilidade humana é uma realidade irrevogável, pois o gigantismo e a complexidade do universo revelam, presumivelmente, a “diminutiva” importância de cada pessoa na harmonia do todo. Ademais, no transcurso desta pequena, mas deveras augusta, primordial e majestosa existência, a vida naturalmente apresentará uma séria de obstáculos que serão suficientes para balançar, ou colocar em questionamento, a sólida percepção de auto-segurança psico-emocional que uma pessoa possui. Depois, se no topo de todas as possíveis intempéries que possam advir durante a jornada, primeiramente a sociedade, depois o indivíduo para consigo mesmo, deixa de nutrir tão sublime semente mental, o risco de que a pessoa, muito cedo, comece a abdicar da busca de seus sonhos porque não encontra, internamente, a força, a coragem e a audácia para esmerar-se em seus objetivos é grande, tangível e inegável. Isto significa que, principalmente depois da idade em que o indivíduo torna-se cognitivamente auto-consciente, ele deve evitar, assim como energicamente lutar contra todo e qualquer pensamento de auto menosprezar, auto-dúvida e de auto-depreciação que permeie sua mente. Ademais, se tais infortúnios proveem de outrem, é de vital necessidade que o processo seja, também vigorosamente, bloqueado, terminado ou ignorado. Portanto, utilize toda a sua inteligência, sensibilidade e volição para manter inquebrantável, ininterrupta e incontestável a confiança que você possui de ser o arquiteto do seu próprio destino, o cocheiro da carruagem dos vossos sonhos e o cavaleiro da montaria de vossas esperanças, pois, quando isto acontecer, a probabilidade de que você seja um ser humano mais satisfeito, agradecido e contributivo para a sua existência é uma venerável verdade. Desta maneira, desejo-vos uma semana repleta de nutrição de vossas confianças, fé nas possibilidades de transformarem vossos sonhos em realidade e inteligência para fomentar a auto-confiança nos que estão ao seus redores.
Tadany
Irmãos, esperamos que estes pensamentos de alguma forma esteja sendo útil para nossa evolução espiritual, nos realimentando energicamente para que nossa vida e a dos que nos cercam seja muito mais feliz.
Fraternalmente.
Narciso

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A Imitação e o Aprendizado Humano

Irmãos, A observação e a repetição por meio da imitação é um dos primeiros métodos de ensino que está disponível ao processo cognitivo humano, ou seja, o nenê possui uma tendência natural de repitir os gestos, as palavras e as atitudes das pessoas que o cercam e, como consequência de tal comportamento, a essência da personalidade individual é solidificada. Durante os primeiros anos de existência, a dependência humana nas pessoas mais velhas que a cercam é quase que absoluta com relação ao seu processo de sobrevivência e, com o passar do tempo, o processo de aprimoramento dos sentidos, os quais são o portal de interação com o mundo externo, acontece e, consequentemente, a criança começa a ter a capacidade de interagir com os outros. No entanto, tal processo é muito limitado devido às restrições na capacidade de entendimento que a criança possui. Desta maneira, o meio pelo qual ela, naturalmente, começa a adquirir mais conhecimento e aprimoramento é por meio da repetição de tudo o que acontece ao seu redor e, neste primeiro instante, é que a importância de modelos saudáveis, auspiciosos e amorosos devem permear a vida de todo e qualquer indivíduo. Além disso, apesar do fantástico e rápido incremento na capacidade “intelectual” de aprendizagem que acontece nos primeiros anos de vida, o método de imitação por meio da observação é constante, indelével e intenso, ou seja, nos primeiros anos de existência é que a criança é exposta às primeiras contradições da vida onde ela ouve certos ensinamentos de pessoas que, na realidade, atuam contraditoriamente ao que professsam e que, inconsequentemente, são os responsáveis pelas primeiras confusões, perdas de confiança e dúvidas que permeiam a mente humana. (Este assunto da perda da confiança, das dúvidas e das confusões é um pouco mais elaborado e complexo, escreverei sobre isto noutro Pensamento da Semana®) Ademais, depois de alguns anos a criança adentra o período fértil, mágico e revelador da adolescência onde ela vive sagaz por obtenção de conhecimentos e realidades que a cercam e, somado à isto, por possuirem um ávido desejo de participar, de pertencer e de compartilhar, os adolescentes facilmente adotam os estilos de vida, os comportamentos e o linguajar que lhes são mais excitantes e, neste ponto, as estrelas de TV, músicos, artistas, figuras populares, os amigos e algum que outro parente próximo são, mormente, os modelos dos quais o modus vivendi é emprestado. Além disso, na juventude, apesar do foco e da direção do estilo de vida mudarem enormemente, principalmente porque as primeiras grandes escolhas com relação aos futuros estudos e/ou estilos de vida são realizadas neste período, muitas destas decisões, novamente, são influenciadas por observações que o jovem faz de pessoas que estão disponíveis ao seu círculo de observação. Similarmente, os adultos, independentemente de suas aparentes independências, no transcurso de suas caminhadas são influenciados e, consequentemente, modificados por pessoas que estão ao seu redor e que, mesmo sem saber, lhes servem de modelos em vários aspectos da vida. Por outro lado, é imperativo entender que na ampla e complexa formação da estrutura humana, quase que inexiste um único modelo no qual o indivíduo baseia toda a sua observação, ou seja, existem hábitos intelectuais, comportamentais, verbais, de aparências e uma infinidade de detalhes humanos que, frequentemente, as pessoas “copiam” de diferentes fontes, ou seja, vestem-se baseados em fulano, falam como ciclano, comportam-se igual à outro fulano e assim por diante. Mas, qual a importância deste entendimento? No princípio da vida, principalmente para pais e educadores é importante ter muito claro tal discernimento porque as novas generações, amplamente, os utilizam como modelos e, no transcurso da jornada, outros indivíduos e instituições começam a “emprestar” suas premissas para a formação e a solidificação do tipo de cidadão que caminhará pelas terras de cada país. Assim sendo, é importante que, a partir de certo momento, ou seja, início da juventude e, principalmente idade adulta, as pessoas estejam amplamente cientes de que, independentemente de seus status sociais, econômicos e intelectuais, elas, a cada momento, estão servindo de modelos, em maior ou menor grau, para outros indivíduos e que, como consequência, elas possam viver de acordo com os valores e comportamentos que elas gostariam de vivenciar no mundo, isto é, quanto mais nobres, refinados e integrados forem os aspectos de tais pessoas, mais harmônica, holística e sustentavelmente eles estarão, direta e indiretamente, contribuindo para a evolução humana. Desta maneira, desejo-vos uma semana repleta de entendimento dos vossos papéis como seres humanos e modelos, discernimento sobre os modelos que vocês utilizam para as vossas vidas e coragem para exaltarem a magnanimidade de vossas essências.
Texto de Tadany

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Dinheiro

Dinheiro. Uma Sucinta Análise! A fortuna, em forma de opulência, é um tesouro almejado por todos os seres humanos durante o transcurso de suas vidas. Não obstante, é meritódio considerar o fator evolutivo de que a caminhada humana tem seus primeiros passos na constante busca pela satisfação de necessidades básicas como alimento, abrigo e vestuário. Então, somente quando ciente da satisfação de tais exigências, o homem consegue contemplar sobre outras congênitas dádivas que ele possui e, dentre as muitas existentes, a capacidade cognitiva e o poder de discernir e, consequentemente, escolher entre várias possibilidades apresentadas são, deveras, faculdades exaltadoras da magnanimidade de ser humano. Assim sendo, após estabelecer as bases para a sua sobrevivência, o ser humano utiliza seus nobres dotes para alcançar objetivos mais elevados e, neste quesito, a riqueza é a jóia que brilha mais forte na retina dos anseios da humanidade. Mesmo assim, vale ressaltar que a riqueza é como um prisma que reflete várias possibilidades, as quais são, fundamentalmente, baseadas na escala de valores, nas virtudes e nos desejos que cada indivíduo possui, isto é, certas pessoas buscam a riqueza moral, alguns a espiritual enquanto outros perseguem a material e, neste caso, ela normalmente se manifesta em forma de poder, de fama, de capacidade de influência, de reconhecimento e, a mais comum entre todas as buscas, o anseio por uma acumulação infinda de dinheiro. Este último, ou seja, o dinheiro per se é a coluna sobre a qual este texto será erigido. Desta maneira, para um maior esclarecimento é fundamental começar pelo processo de descrição sobre o que é o dinheiro para, depois, adentrar numa senda que visa descrever sobre os benefícios, as percepções que as pessoas possuem, as limitações do mesmo e, finalmente, uma sublime visão de como perceber o dinheiro pragmaticamente, que se segue: Sobre uma perspectiva técnica, o dinheiro é um papel legalmente representativo de moeda que as pessoas utilizam como forma de pagamento para conduzir suas transações comerciais, de serviços e para adquirir diferentes tipos de objetos. Além disso, o dinheiro possui um valor variável que é estabelecido por políticas monetárias nacionais e pelo mercado internacional, os quais, sucintamente, estabelecem um poder de compra relacionado à diferentes objetos e uma taxa de câmbio entre moedas. Basicamente, este conhecimento revela uma realidade objetiva da natureza do dinheiro. Além disso, na praticidade do quotidiano, o dinheiro possibilita ao homem a facilidade de alocar valores à diferentes tipos de objetos como propriedades, terras, eletrodomésticos, veículos, roupas e acessórios, assim como para meios de entretenimento como teatro, concertos e turismo para que uma transação exista entre aquele que compra e aquele que vende sem a necessidade de qualquer outro intermediário. Neste ponto, o dinheiro é considerado uma fantástica evolução em relação ao arcaico processo de escambo. O escambo é um sistema antigo, presentemente quase em desuso, onde as pessoas trocavam mercadorias por mercadorias sem a intervenção de moedas. No entanto, apesar do pragmatismo que cerceia o dinheiro, a percepção que as pessoas possuem dele é extremamente subjetiva, ou seja, para muitos indivíduos no planeta, o dinheiro possui uma característica quase que onipotente, isto é, que tem o poder de realizar qualquer coisa. Estes indivíduos acreditam, assim como todas as pessoas, que o dinheiro pode comprar qualquer objeto, o que é uma irrefutável verdade sempre que tal objeto esteja à venda, no entanto, eles ampliam sua percepção à visão de que o dinheiro, além de objetos, poder e segurança, também provê alegria e felicidade, ou seja, em outras palavras o que tais pessoas cogitam é que todo e qualquer indivíduo que seja financeiramente rico é poderoso, seguro, contente e pleno consigo mesmo. Porém, a realidade demonstra que esta é uma distorção perceptiva causada por uma limitada visão do que é o dinheiro, pois quando qualquer indivíduo faz uma superficial e empírica análise no seu ambiente ele, facilmente, verifica que o dinheiro certamente traz agradáveis comfortos e facilidades, mas não necessariamente ele produz uma alegria perene. Isto quer dizer que o mundo está repleto de milionários tristes, deprimidos e insatisfeitos consigo mesmos e, por outro lado, pessoas com parcos recursos que sentem-se contentes consigo mesmas. Ademais, é essencial mencionar, antes de continuar o texto, que o mesmo não é uma apologia à pobreza, nem um crítica insensata à riqueza, pois, neste mesmo mundo, existem ricos contentes e pobres infeliz, ou seja, como mencionado anteriormente, o objetivo é inquirir sobre a natureza do dinheiro e a relação das pessoas com o mesmo. Então, após esta esclarecedora digressão, é meritório continuar descrevendo que o dinheiro, inevitavelmente, possui uma indistinguível capacidade de gerar uma percepção externa de segurança e conforto, mas que, por outro lado, é evidente o fato de que ele é incapaz de produzir um estado imperecível de júbilo, ou seja, o dinheiro pode comprar uma mansão, mas não pode produzir um lar. Ademais, o dinheiro pode adquirir uma suntuosa biblioteca, mas não pode forçar o seu dono a ler seus livros, muito menos fazê-lo entender ou apreciar a “fortuna” de tais conhecimentos. Ele pode comprar os mais sofisticados e refinados instrumentos musicais, mas é inábil em transformar seu proprietário num músico ou brindá-lo com o nobre senso de estimar as melodias que os mesmos produzem. Ele pode cercar o seu possessor de conhecidos, mas não pode forçá-los a serem francos e amistosos, ou seja, o dinheiro pode adquirir tudo aquilo que possui um valor, mas não pode dar ao seu propetário o discernimento de entender, ou estimar, o real valor daquilo que ele adquire. Além disso, o dinheiro brinda ao homem a capacidade de adquirir qualquer coisa, mas não o presenteia com o senso de tranquilidade e liberdade interna que o auxilia a desfrutar plenamente o que ele possui. Assim sendo, se o dinheiro pode produzir mensurados benefícios materiais, mas é desprovido de capacidade de brindar ao homem uma incessante satisfação, é interessante entender qual o venerável papel que o dinheiro pode ter na vida de uma pessoa? Com base no exposto anterior é inevitável descrever que, após uma indelével inferência, qualquer indivíduo sensato e consciente chega à conclusão de que o dinheiro é apenas um meio pelo qual um indivíduo consegue alcançar diferentes e tangíveis resultados, ou satisfações, materiais e, mas que, por outro lado, ele é incapaz de prover qualquer tipo de segurança emocional ou de compensar humanas sensações de inadequação, de insegurança afetiva, de vazio espiritual ou de distorsão psicológica que possa existir na psique de uma pessoa. Por conseguinte, quando este objetivo discernimento permeia os pensamentos de uma pessoa, ela consegue diminuir a invisível e errônea pressão sistêmica de que o dinheiro é a panacéia de uma existência e, como consequência, ela encontra mais lucidez para compreender o limitado, mas vital, papel do dinheiro na sua vida. Ademais, ela descobre mais liberdade, coragem e persistência para planejar e conseguir realizar todos os seus sonhos materiais. Ela adquiri mais perspicácia para entender que a estabilidade emocional e a sensação de auto-satisfação, auto-respeito e amor-prório provêm de outra origem e, finalmente, ela esboça mais leveza para caminhar pela senda de sua existência com mais excelência, nobreza e fortaleza. Desta maneira, que todos os indivíduos tenham a volição de entender o subjetivo condicionamento que muitos possuem sobre o dinheiro para que, como resultado, eles deixem de serem escravos de nefastos e imaginários preceitos e, como consequência, eles possam tornarem-se objetivos soberanos da realidade que os cercam para que, como resultado, suas vidas sejam o reflexo de uma pragmática, consciente e deliberada harmonia entre as infindas facetas que estruturam a exuberante e esplêndida arquitetura da existência humana.
Tadany